pulo

11 de dez de 2017

Saindo da Zona de Conforto




Muita coisa para escrever... mas vamos por partes.

A falta de tempo não é o meu único problema, preciso de espaço para internalizar certas decisões e ver que consequências futuras pagarei pelos meus atos...

O que posso dizer, hoje, aqui, é que fiz um salto no escuro... Esse será o assunto do dia!

Estava há tempos com problemas pessoais em relação ao meu campo profissional, na verdade estava morna, indo para o frio; e não gosto de ser assim.

Buscava uma saída para esse sentimento; obviamente, sem condições de trocar de emprego ou mudar de área profissional.

Pedia há tempos por mudanças; mas não gostava da ideia de sair da minha zona de conforto, fiz uma boa cama para deitar e me aproveitava disso.

Mas para pessoas como eu, pedir verdadeiramente algo, é ter a certeza que, se for para minha evolução e aprendizado (na marra), ela virá; cedo ou tarde, mas virá.

E assim se fez, nesse ano apareceu aquela oportunidade única; mudar de ares, mudar de escola e o melhor, poder trabalhar pertinho de casa; pq não?

Obviamente, nem tudo são flores, na verdade, nunca é!

Eu teria que passar por um processo onde a quantidade de anos trabalhados equivalem a pontuações; tenho 10 anos nesse meu emprego, mas isso é pouco comparado aos demais que normalmente passam por esse processo seletivo.

A vaga que eu queria, já foi muito disputada num passado, nem tão remoto, de 2 anos; para se ter uma ideia do acirramento naquela época, minha colocação se deu após constatar a existência de 151 pessoas na minha frente.

A vaga que eu disputaria, era mau falada por uma quase totalidade de pessoas, que nem eram pretendentes diretas à ela; tudo pq a chefia imediata não é conhecida pela sua ótima qualidade de relacionamento, embora fosse qualificada como excelente profissional; típica pessoa (diz o povo) difícil de se lidar e que não aceita o famoso "jeitinho brasileiro".


A vaga que eu queria era no turno oposto ao meu, necessitaria portanto, de mudanças profundas (e rápidas) na vida familiar, o filhote teria que tb trocar de turno.

Mas o atrativo, de trabalhar a 1 quadra de minha casa, falou mais alto; pela economia de combustível (o carro ficará a semana toda em casa), pela qualidade de vida (ir a pé) e pelos novos desafios (saudade desse sentimento, admito).

Me aconselhei com minha mãe e amigas queridas da profissão; não teria de fato nada a perder, a não ser ganhar mais uma decepção pela vaga não conquistada; mas já sobrevivi a decepções piores.

No dia agendado para o Processo de Remoção, compareci. As pessoas me perguntavam qual vaga pretendia e ao dizer o local, me olhavam assustadas; me chamaram inúmeras vezes de louca, só pela fama da escola, tentavam até me convencer do contrário.

Eu dava de ombros e tirava poder do receio de todas as pessoas sobre a Direção da Escola; o medo faz as pessoas desistirem e contei com isso.


Me assustei tb com a quantidade de profissionais pela disputa de vagas desse ano, infinitivamente menor que os anos anteriores, a sala estava bem vazia; isso era bom e me dava novas esperanças.

Até encontrei uma colega de trabalho q também queria a mesma vaga que eu, porém eu estava em classificação melhor (25ª), portanto, se ninguém escolhesse antes de mim, estava no papo!


Fiquei próxima de uma amigona que tb queria trocar de Cadeira (como chamamos nossas vagas efetivas), a dela tão difícil quanto a minha; mas ficamos juntas, torcendo uma pela outra, prestando atenção nas falas das demais, nas ausências e atentas as escolhas das pessoas antes de nós.

Quando chegou minha vez, nunca me senti tão vitoriosa; era a certeza do fim de um ciclo e início de outro, que espero, não seja tão áspero.

Na mesa, no momento da escolha, até as responsáveis pelo Processo de Remoção, ficaram estupefatas com a minha escolha, tentaram em vão me convencer do contrário; mas uma coisa é certa, Diretores vem e vão, a Cadeira, o Posto de Trabalho, é meu até que eu consiga me aposentar, isso se o Governo permitir, rs.

Fiz minha escolha, a nova Cadeira é minha, trabalharei pertinho de casa. Minha amiga tb conseguiu a Cadeira que queria, saímos juntas e vitoriosas do prédio, com o compromisso de no mesmo dia se apresentar ao novo local de trabalho com o Memorando em mãos, para ser entregue na nova escola.

E assim o fiz, fui imediatamente para a nova escola, entreguei meu Memorando à Secretária e fui embora, olhando para tudo aquilo e pensando que agora me "pertencia" tb.

Já moro aqui no bairro há 14 anos, vi de perto seu crescimento, auxiliei junto a Associação de Moradores e agora já é hora de ajudar na educação dos filhos das famílias daqui.

Consequentemente, é tb uma decisão de ficar por mais tempo nesse Município e não pensar tanto em voltar para a Capital. Nas próximas eleições, minha Escola (olha a noção de posse) tb será Zona Eleitoral; portanto, mudarei meu Título de Eleitor finalmente para cá. Pelo visto, só saio daqui quando ganhar na Mega Sena, rs.

Troquei o turno do filho e nessa reta de final do ano, estou aos poucos tirando meus pertences do armário; não deixo nenhuma tristeza, sei que fiz um bom trabalho onde atuo e espero ter deixado muitas marcas positivas de minha passagem por ali.


Meu 2018 terá mudanças significativas; novas potências profissionais e pessoais. 

Tenho a certeza que dei o salto certo, no tempo oportuno; vencerei quaisquer desafios, pq nada acontece por acaso!


Fé no Divino, Fé em Mim, Fé na Vida!




30 de nov de 2017

Recado dado, é missão a ser cumprida!




E os sonhos continuam... obviamente não conto todos os detalhes, até pq ninguém (além de mim), entenderia, rs. Funciona mais, como uma forma de guardar a mensagem para releitura futura mesmo...

As mensagens são enviadas e algumas escrevo aqui com a finalidade de procurar a interpretação correta; normalmente a coisa é fácil, meus sonhos são muito diretos (para mim), principalmente os premonitórios.


Desta vez tive vários em uma noite; são seguidos e com significamos conjuntos.


No primeiro eu usava um carro poderoso e lindo, andava pelo meu município, num bairro próximo ao meu e obviamente me perdi, até pq o local não tinha placa de rua (costume terrível daqui); liguei para meu marido que estava a pé e me ajudou a encontrar o caminho correto. 

Eu tinha que entrar numa rua, cujo nome era a data de aniversário de um parente meu, mas eu lia a data de aniversário de uma amiga; não sei pq. Ele me mostrou, junto com um senhor, a rua que eu deveria ter virado e segui meu caminho sem ele; a finalidade era justamente essa, eu me movimentar por aqui sem a necessidade da presença dele.

Depois o sonho se transportou para dentro de minha casa... Nela eu ia tomar banho no banheiro do meu filho (?); antes de abrir o chuveiro, reparava que na parede existam alguns insetos (besouros pretos enormes) parados e vários enelídeos (minhocas-larvas claras, gordas e gigantes) subindo pela parede. Eu tomava banho sabendo que estavam ali e não me importava, sabia que não me fariam mal.

Então percebi que as minhocas-larvas (pq era a mistura dos dois) tentavam continuar subindo pelos azulejos e começavam a cair das paredes, talvez pelas mesmas estarem úmidas do vapor do chuveiro; elas se contorciam no chão, todas de barriga pra cima tentando desvirar... até conseguia reparar nos detalhes sexuais de cada uma, pois pareciam com barrigas de répteis (?)... mas nada de medo, sabia que eram minhocas-larvas e não poderiam me morder; continuei meu banho calmamente.

Depois de um tempo de chuveiro, senti algo na perna, como se fosse uma mordida, melhor dizendo, uma picada; foi então que vi uma minhoca-larva grudada na minha perna e percebi que era uma cobra, ela havia se disfarçado entre os enelídeos. Imediatamente meti a mão e rasguei a cobra ao meio, via suas vísceras caindo do corpo partido e pendurado. Saí do chuveiro e fui até a escada, pois lá era melhor iluminado e eu teria q retirar a cabeça da cobra da perna com o cuidado de retirar as prezas, para q elas não ficassem na minha perna; aquele mesmo cuidado que temos para retirar o ferrão de uma abelha.

Eu continuava calma, mesmo com todo o acontecido; retirei aquele bicho da minha perna sem problemas e com ar de vitória pessoal; sabia que havia matado um problema. Nesse momento o marido sobe as escadas e vê a cena toda, perguntou se eu estava bem, sem se importar de fato comigo, foi mais um gesto de educação.

 Voltei ao banheiro e vi que os 2 besouros pretos gigantes, que antes estavam na parede, agora estavam caídos no chão do box; todos de pernas para cima, inertes e mortos.

Olhei as demais minhocas-larvas-gordas-gigantes, elas estavam no chão do box, vivas; vasculhava elas a procura de mais alguma cobra, não encontrei mais nenhuma. Sabia que elas iriam engordar mais, antes de se metamorfosear.


Acordei com o som do despertador...

Logo pela manhã, ao tomar meu café, a ficha cai; a verdade me dá um tapa na cara e eu vejo tudo com uma nitidez incrível!

Tenho a seguinte certeza:
1 - Vou ter que ser mais autônoma;
2 - Certos sonhos não vão se concretizar;
3 - Tenho projetos que deverão ser melhor cultivados; no futuro, vão borboletar;
4 - Manter o segredo, para ninguém me picar.

Recado dado, é missão a ser cumprida!

E assim será; pq o Universo conspira ao meu favor e essa é a minha vontade!


29 de nov de 2017

Menina



Não é a primeira vez que sonho com isso...

Não sei se é premonição...

Não sei se é somente desejo...

Os sonhos sobre esse assunto são sempre nítidos, detalhistas e reais.


Só sei que sonho com uma menina.

Ela é clara (não branquela como eu) e tem cabelos lisos e escuros, sempre cortados na altura do ombro.

Ela não é bebê, já passou seguramente dos 4 anos; é a única certeza que tenho, é a unica informação q sempre se repete.

E eu a adoto.

Acordo sempre nesse momento, na conversa sobre a adoção dela; na verdade, uma confirmação que tal fato não poderá depois ser revertido.

Não é a primeira vez com esse sonho, já o tive em anos anteriores e aposto que não será a última.

25 de nov de 2017

Khepri





Post / Face / IG de (23/11/17)

Olha o q resolve aparecer na minha sala; só pq eu “amo” esse bicho. Desta vez pelo menos me controlei, coloquei para fora sem gritar, rs.

Post / Face / IG de (24/11/17)


Mal chego na sala e ele aparece novamente; voando pra cima de mim... 2 dias seguidos? Que mensagem quer me passar? 


Está batendo bem sobre o último assunto publicado aqui...

Já faz 2 dias seguidos q um besouro preto grande (famoso rola bosta) vem ao meu encontro no local de trabalho, que é de manhã. 

Para os q não sabem, não curto besouro, tenho até fobia deles. 

Esse dito, vem voando (desespero!) ao meu encontro na sala dos professores (onde fica minha mesa)! 

Ontem o expulsei numa primeira vez (sem gritar), voltando o dito horas depois, onde novamente o mandei embora sem muito pânico (vitória pessoal e medo de pagar mico na escola, rs). 

Hoje logo q as aulas iniciaram e me sentei, ele veio voando direto na minha direção, me rodopiou, me controlei (sem muito pânico exagerado) e o enxotei; fechei as janelas aproveitando do dia frio como uma desculpa medrosa.

Pedi ajuda aos místicos e os amantes de Khepri no Face; o q será q significa isso?

Eu que 
to passando por poucas e boas com "aceitação", pelo visto, vou ter q vencer a segunda fobia de minha vida, por conta Dele...


Anotei os escritos diversos que enviaram para mim sobre esse Senhor; vou reler muito os textos, ainda mais pq to na vibe de aparar pontas soltas nesse final de 2017!

Pela primeira vez, estou com receio de 2018... pronto, falei!



24 de nov de 2017

Não está sendo fácil, admito!



Quando resolvi me alinhar novamente com meu corpo, com meu Universo, com as energias do Todo Coletivo; sabia que precisava ficar atenta!

Pq mudanças ocorreriam, sutis, pq aí está o desafio; eu teria que sentir, perceber tudo de modo diferente, fitar nos olhos da mudança e não desviar o olhar; não fraquejar, mas suportar e resistir.


Não está sendo fácil, admito!

Quando o medo do desconhecido invade a alma, me apego aos guerreiros que me guiam, que me amam e me protegem com sua força e sabedoria; chamo por eles e por mim, de modo único, pois eles sou eu!

Se permitir a usar nomes, titulações, patentes, falas, tudo para bater no peito e bradar meu nome aos ecos do Universo; acordar quela velha conhecida que faz parte do meu ser, e não me sentir culpada por fazer o que é melhor para mim.


Não está sendo fácil, admito!!

Cartilha para seguir sobre isso tudo, não há; o resultado que terei, tb não sei. A única certeza é que preciso andar, já fiquei tempo demais no mesmo lugar.

Q eu saiba interpretar as imagens e/ou mensagens que aparecer, para ver se me lasco menos desta vez...

20 de nov de 2017

Abrindo novos caminhos



Certas decisões são complicadas; não de se tomar como atitude, mas internalizar no campo sentimental da mente.

É de conhecimento público para quem convive comigo, seja no mundo real ou virtual, que a ida do filhote para o 1º Ano do Ensino Fundamental, bagunçou totalmente meu segundo emprego.

A Scrapier foi, aos poucos, perdendo a força de produção, devido a escassez de tempo e foco disponíveis; pois o turno vespertino era cada vez mais ocupado com os apoios de leitura e estudo de Tutu.

Passei a recusar serviços grandes de festa e/ou encomendas que me tomassem mais de 2 dias de produção; o local da Scrapier em casa se tornava menos atelier e mais escritório. Até que chegou o momento em que nenhuma produção concreta saiu mais de lá.

Estava angustiada com isso, eu não queria perder a Scrapier, não queria que a marca se apagasse da memória das pessoas, não podia deixá-la morrer; mas vender seus serviços, continuava inviável.

Depois de muito pensar, resolvi matar dois problemas com uma cajadada só, rs.

Eu já estava super a fim de fechar meu perfil público no Instagran, mas não sabia como proceder, pois queria que só as fotos pessoais ficassem veladas; as demais imagens de moda, decoração e afins, que guardo como inspirações, podiam continuar públicas como são. 

Foi então que resolvi fazer da Scrapier o meu cantinho para tudo que aprecio: scrapbook, papelaria, planner, adesivos, coisas roxas/douradas/pretas, carimbos, moda, casa, design e decoração.

Desse modo a Scrapier não morreria como atelier, viveria plenamente no mundo virtual; continuaria servindo de inspiração para outras pessoas, até o momento (futuro) em que os mimos voltassem a linha de produção.

E assim fiz; fechei meu perfil do Facebook e do Instagram, agora estão somente para amigos e familiares; a Scrapier no Face e no IG continuam públicos, ativos e com um leque maior de assuntos e inspirações.

Dissociei de vez meu perfil pessoal do profissional.

E assim vou levando a vida, dando continuidade a Scrapier e tendo meu espaço, mesmo que virtual, de hobbies e inspirações artísticas/visuais, trabalhando feliz e com novo foco na Scrapier.


16 de nov de 2017

O preço que não quero pagar


Muitas coisas aconteceram nesses dias; foram momentos de afastamento por necessidade e principalmente, pela falta de tempo em escrever por aqui. Aos poucos vou colocando as novidades nesse espaço, pois preciso espairecer a mente através das digitações.

Vamos lá... O assunto na pauta do dia é: meu filho!

Com Tutu laudado, as coisas mudaram um pouco nos quesitos médicos, inclusive na vibe medicamentosa; um novo remédio foi inserido (paguei para ver), mesmo não sendo fã de determinadas medicações. Mas levei em consideração a opinião e recomendação médica.

Inicialmente Tutu tinha que tomar meio comprimido de Tegretol por 15 dias, só após esse período, tomaria o comprimido inteiro; sempre a noite, antes de dormir.

Obviamente esse é um daqueles remédios cuja bula já assusta pelo tamanho; ao ler a coisa toda, só piora. Sei que todo medicamento de atuação neurológica é assim, cheio de reações adversas, tomei um por anos; mas sendo do filho, até fiquei receosa, admito!

Tutu tomou o meio comprimido com ar de vitória pessoal, já se considerava grande por tomar remédio igual adulto, rs. Fiquei super atenta, tentando observar qualquer reação adversa; percebi algumas mudanças significativas e anotei tudo para o conhecimento do médico no retorno agendado.

Após 15 dias, chegou o momento da medicação inteira, estrategicamente num final de semana, melhor momento para notar alguma anormalidade; dito e feito!


Como Tutu tomou o comprimido a noite, já acordou alterado; no horário de costume, chegou na minha cama reclamando de muita tonteira, estranhamente ainda estava com sono e dormiu ao meu lado. Obviamente, fiquei acordada em alerta!

Para tomar café da manhã foi um custo, um misto de sono e tontura dificultava tudo; tive que escovar os dentes dele por medo de que a tontura desse enjoo e consequentemente vômitos. Do banheiro voltou para a cama, até para ver TV queria ficar deitado; tudo resultou num novo cochilo, que durou toda a manhã. Tutu só acordou para almoçar; outra luta na mesa, após as reclamações sobre a tontura e o sono que persistia.

Consequentemente, dormiu a tarde toda, só acordou ao anoitecer, com a fome que sentia. Desta vez acordou melhor, disse que a tontura havia diminuído bem; foi o momento que melhor se alimentou, até conseguiu jogar um pouco de vídeo game depois, provando que o efeito nefasto da medicação estava se dissipando. Após brincar por algumas horas, dormiu no horário costumeiro sem problemas; desta vez, deitando ao meu lado, como um meio de sanar minha preocupação.


O que tiro disso tudo?

Que Tutu nunca mais toma essa medicação!

Anotei diariamente as consequências dela: Nos 15 dias de meio comprimido, Tutu voltou a gaguejar, como antes das aulas com a fono; a coisa toda aumentou ao ponto de retornar as olhadelas para cima, o rateamento de palavras e as piscadelas de tentativa de concentração ou de nervoso por não se fazer compreender. 


Mudanças na hiperatividade ou concentração não foram percebidas por mim e nem pela escola. E no final de semana, com a dosagem completa, foi o verdadeiro fiasco!

Tutu virou um zumbi; a casa tinha um silêncio atípico, como se não existisse uma criança nela. Nunca detestei tanto o silêncio; o mesmo que, por tantas vezes, almejei. A preocupação com meu filho nunca foi tão sofrida; me senti culpada, fato!

Se esse é o valor do silêncio, da calmaria e da paz que, a maioria das famílias desejam e pedem aos médicos de suas proles; sinceramente, esse é um preço que não quero pagar!

Prefiro meu filho normalmente agitado, com a felicidade de ser quem realmente é; eu que me adeque a ele e não ao contrário.


Eu que tenha forças para o ajudar a conviver bem em sociedade e a sobreviver no mundo escolar; do melhor modo que puder e der!

A culpa que senti, por vê-lo naquela condição, sabendo que foi algo que eu lhe dei, foi a pior sensação que já tive nessa vida!

Ele confiou em mim e engoliu algo que mudou sua personalidade, o fez passar mal e apagou sua luz. 

Se pudesse voltar no tempo, faria!

Se me permitisse chorar, seriam lágrimas de sangue que cairiam de meus olhos; sem me importar com o mimimi de ser dramática demais.

Agora é aguardar a consulta e contar ao Neurologista o que a medicação completa fez ao meu filho e deixar claro: esse remédio, nunca mais entrará no organismo de Tutu!

Só espero que o peso da culpa sentida, um dia, fique mais branda em mim...

13 de nov de 2017

Tanto...




Tantos acontecimentos...

Tantas coisas para lembrar...

Tantas linhas a escrever...

Tantas decisões tomadas...

Tantas burradas feitas...


Tanto!


Falta tempo.

Falta paciência.

Falta papel e caneta.

Faltam palavras, no excesso de sentimentos.


Calma, uma hora eu volto, aguardem mais um pouco por mim.

2 de nov de 2017


Não aguento ver/ler tanta violência pela timeline, não vejo mais jornal na TV justamente por isso; não me tornei alienada, só não me permito vibrar nessa vibe coletiva!

É tanta violência física, espiritual, mental, educacional, cultural, social e animal; que fico perguntando: onde está aquele maldito meteoro que não cai ou o tal planeta X que não passa?

Tô longe de ser exemplo para alguém, curto algumas de minhas falhas; mas tem horas que dá vontade de resetar o sistema mundial, sabia?